Uma boa
leitura a cada
quinze dias.
No seu email.
Dois domingos por mês, de manhã. Sem clube, sem afiliado, sem sequência automatizada de email. Um texto inédito do Vamos + curadoria do que vale a pena ler — em formato de carta, escrita por gente.
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Três blocos.
Sete minutos
de leitura.
Não é resumo do blog. Não é “melhores artigos da quinzena”. É uma carta editorial — escrita pra você, com curadoria, opinião e leituras pra guardar.
Um texto inédito
Curto, autoral, original. Não publicamos no blog antes de mandar pra newsletter — quem assina lê primeiro.
Curadoria de leituras
Coisas que lemos na quinzena e achamos que valem. Ensaios, podcasts, livros, vídeos. Com motivo escrito por humano.
Bastidor + erratas
O que aconteceu na redação. O que erramos. O que estamos pensando pra próxima edição. Em três parágrafos, no máximo.
Como chega
na sua caixa.
Toda edição segue a mesma anatomia — pra você saber exatamente o que esperar antes de abrir.
Um texto inédito, direto da redação.
Abertura autoral de ~600 palavras. Uma ideia, um ponto de vista, assinado por quem escreveu. É o coração da edição — e não vai pro blog antes.
Três a cinco leituras que valem a quinzena.
- Ensaio · The Verge Por que newsletters viraram o último território autoral da web.
- Podcast · 99% Invisible O episódio sobre tipografia que mudou como lemos na tela.
- Artigo · Nieman Lab O que redações de verdade estão fazendo com IA — e o que recusaram.
O que rolou na redação — sem verniz.
Três parágrafos sobre a quinzena: o que publicamos, o que erramos e corrigimos, e o que vem na próxima. Transparência editorial em formato curto.
Edições passadas.
Todas as edições ficam no ar, com hyperlink direto. Sem “cadastre-se pra ler”.
O fim do conteúdo mediano.
Por que 2026 vai ser o ano em que marcas vão precisar escolher entre dizer alguma coisa — ou desaparecer no ruído.
Quatro leituras pra essa quinzena.
Ensaio da Pitchfork, nota técnica da Stripe, obituário do Globo e ensaio da New Yorker sobre LLMs.
O briefing de uma página que filtra cliente ruim.
Como um documento pequeno virou nosso melhor instrumento comercial nos últimos quatro anos.
O dia que reescrevemos quatro vezes o mesmo lead.
Diário sincero de uma manhã editorial. Quando um parágrafo custa três cafés.
Por que rejeitamos a métrica de “palavras por hora”.
O custo invisível de remunerar redator por volume — e o que adotamos no lugar.
Cinco podcasts que estão pautando nossas próximas pautas.
O que andamos ouvindo na esteira, no carro e no almoço. Inclusive um do qual discordamos profundamente.
Reunião de pauta tem hora pra começar e tem hora pra acabar.
O cronômetro físico que mudou as nossas segundas-feiras editoriais.