O fim do conteúdo mediano.
Por que 2026 vai ser o ano em que marcas vão precisar escolher entre dizer alguma coisa — ou desaparecer no ruído da IA.
Quatro anos de revista. Cinco colunas. Centenas de textos. Cada um com data, autor, errata e responsabilidade.
Por que 2026 vai ser o ano em que marcas vão precisar escolher entre dizer alguma coisa — ou desaparecer no ruído da IA.
Bastidor honesto: como decidimos não pegar um cliente que pagaria bem.
Reforma tributária explicada por quem não tem interesse em vender curso.
O custo invisível de remunerar redator por volume — e o que adotamos no lugar.
O que muda em 2026 quando o Google passa a recompensar o que algoritmo não mede.
O documento que vira o jogo na primeira reunião comercial.
Balanço editorial de 2025. O que mudou, o que mantivemos, o que tiramos da casa.
Auto-crítica anual com nome dos textos, datas e o que aprendemos.
Estudo de caso completo, com gráficos, anonimização parcial e errata visível.
Como passar de “briefing genérico” para um documento de uma página que vira ferramenta comercial.
Errata pública, e o que aprendemos sobre escrever no calor da hora.
Um ensaio sobre nomenclatura, transparência e o que está em jogo no ofício.
O texto fundador que define a tese editorial do Vamos. Republicado anualmente, com errata.
Lista nominal das tarefas que estão fora do alcance de qualquer modelo. Por ofício, não por medo.
A primeira edição da revista do Vamos. Onde a gente disse, em texto, no que acreditamos.
Edições experimentais, em PDF. Reescritas e republicadas a partir de 2024. Ver os PDFs originais